OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

IMPORTANTE: Este blogue não tem a pretensão de ser um site científico e nem de ser uma fonte para estudos. Apenas lançamos as questões e estimulamos o debate e a análise, servindo apenas para ponto de partida para estudos mais detalhados. Para quem quiser se aprofundar mais, recomendamos a literatura detalhada das obras de Allan Kardec - principalmente "O que é o Espiritismo" e visitar fóruns especializados, que não façam parte da Federação "Espírita" Brasileira.

Os textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores e correspondem ao ponto de vista pessoal de seus responsáveis, sejam ou não resultado de estudos.

sábado, 27 de maio de 2017

"Espíritas" sabem o que significa "evolução lenta e gradual"?

"Espíritas" vivem em uma realidade paralela. acho que deve ser o tal "mundo espiritual" que cultuam. Há um claro divórcio dos "espíritas" brasileiros com o mundo real, percebido na maneira de como eles enxergam a realidade, completamente diferente do que de fato acontece.

A FEB transformou o "Espiritismo" em uma igreja de fé cega. O papo de "ciência", "racionalidade" continua, mas só serve para autenticar os absurdos que integram o repertório doutrinário da alucinada igreja-que-pensa-que-é-filosofia-cientifica.

Uma dessas alucinações é a pressa que utilizam para defini a evolução da humanidade. Para "espíritas", a humanidade está "muito diferente" e "mais evoluída", garantindo que entramos em fase de regeneração. Este equívoco é repetido ad nauseam por muitos centros e acabam enganando os seguidores, criando a capacidade de enxergar cabelo em cascas de ovo.

Os "espíritas" brasileiros, ao aceitar esta falácia, demonstram que além de estarem alheios aos fatos da realidade, não leram as obras de Allan Kardec, que alerta: "toda a evolução é LENTA E GRADUAL" (grifo nosso). O que os "espíritas" consideram como "lenta e gradual"? apenas 1000 aninhos?

É notório que não evoluímos coisa nenhuma. Ainda mantemos antigos hábitos. O egoísmo nunca esteve tanto em alta, ainda mais em época de neoconservadorismo que exalta ideologias que preservam interesses gananciosos (com o apoio de "espíritas"). Ainda mentimos (o que mais fazemos), usamos drogas, ainda usamos armas, somos gananciosos, somos autoritários, ainda brigamos, matamos e fazemos coisas primárias. Ainda somos iguaizinhos aos bárbaros de tempos remotos. Como assim "estamos evoluindo"?

Curioso que o jornal Correio Espírita (sic), ano passado, usou uma manifestação organizada por grupos fascistas (sim, FASCISTAS), patrocinados por empresário gananciosos, como "comprovação da regeneração da humanidade e do esclarecimento político do povo brasileiro". Mas manifestações fascistas? Se nem as justas manifestações da esquerda, como a do último 28 de abril não sinalizam evolução, o que dirá de passeata organizada por fascistas e por empresários gananciosos.

Este fracasso da humanidade não pode ser enxergado como "evolução" Evoluímos muito pouco. A evolução tecnológica não pode ser utilizada como justificativa para a evolução humanitária porque se trata da evolução das máquinas e não dos seres humanos. E não raramente a tenologia mal utilizada pode fazer o oposto: estagnar ou retroceder o avanço humanitário, algo facilmente observável hoje em dia, com uma sociedade ao mesmo tempo burra e egoísta.

Se os "espíritas" fossem sérios e fiéis a doutrina original, aceitariam que a evolução humana é muitíssimo mais lenta do que eles pensam e o que aceitam como acontecido de mil em mil anos pode ocorrer de fato em trilhões de anos. Negar isso é fugir do mundo real e se isolar na ficção.

Regeneração? Não da agora! Fica para a próxima. Para daqui a trilhões de anos, se criarmos juízo até lá...

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sobre Workshops caríssimos em Hoteis de Luxo

Uma prática comum na versão deturpada do "Espiritismo" brasileiro são as caríssimas palestras e workshops feitos supostamente para "divulgar estudos" sobre pontos "doutrinários". Prestando muita atenção, estes workshops mostram temas banais, geralmente relacionados não com o verdadeiro Espiritismo, mas com o moralismo cristão que contaminou a deturpada doutrina brasileira.

São palestras que em geral falam sobre família e amor, mas no sentido piegas. Coisas que poderiam ser resolvidas numa conversa cotidiana sem o gasto de um único centavo. Mas como estes temas trazem o prestígio de lideranças "espíritas", o preço elevado se torna atraente.

Fica a impressão que os temas propostos, por mais banais que sejam, ganhariam brilhantismo por sair das bocas de oradores como Divaldo Franco, que extraindo suco de pedra, dá falsa racionalidade a temas piegas que não precisariam ser discutidos, servindo mais de cortina de fumaça para temas realmente sérios nunca discutidos em palestras em centros.

Argumentam os defensores destes caros ciclos de palestras que elas são direcionadas aos mais ricos que "mais necessitam ouvir palavras que estimulem a bondade cristã". Sobre isso, há de se observar alguns detalhes:

- As palestras não falam do verdadeiro altruísmo, mas de conceitos estereotipados sobre bondade;
- Ricos não estão interessados em ouvir a respeito de altruísmo. Estas palestras são tratadas como eventos sociais e uma maneira desonesta dos ricos fingirem que são bondosos.

Para completar, os mesmos defensores alegam que o dinheiro, exceto o dinheiro reservado às despesas (incluindo o aluguel das salas para as palestras), vai totalmente para a caridade. Interessante a caridade "espírita". Pelo que eles falam, já era para a pobreza e as injustiças terem desaparecido do Brasil há tempos, pois o que se faz em nome da caridade é algo excessivamente colossal. Uma caridade sem resultado. Onde está todo este dinheiro?

Na verdade tudo não passa de teatro para puro entretenimento dos que querem fingir de bondosos. Uma seita majoritariamente elitista, que apoia silenciosamente governos golpistas que agem em nome de lideranças gananciosas, e define uma manifestação fascista como "confirmação da regeneração da humanidade" não sabe ser realmente altruísta.

Não adianta fazer workshops caros para discutir o sexo dos anjos. Nem que esta discussão banal seja estimulada por uma liderança prestigiada como Divaldo Franco, com um monte de ricaços na plateia, interessados em usar o evento para se promover como "tutores da humanidade" estereótipo dos maiores empresários perante as mentes mais conservadoras da sociedade em geral.

O "Espiritismo" brasileiro se mostra cada vez mais falido, perdido diante da realidade triste da humanidade e priorizando pieguice e moralismo religioso, se mostra negligente diante dos problemas e completamente inútil na transformação da humanidade. Não gastemos dinheiro com workshops banais como estas. Aprenderemos muito mais sobre altruísmo conversando com um professor universitário do que com lideranças religiosas que vivem no mundo da lua.

sábado, 20 de maio de 2017

Suicídio é assunto para se levar a sério, não sob histeria moralista

O "Espiritismo" brasileiro sempre criminalizo o suicídio. Ao invés de entender as razões que levam alguém a desistir de viver e resolver os problemas que encorajam a isto, lideranças e seguidores preferem apontar o dedo ao suicida e com base na Teologia do Sofrimento, obrigá-lo a aceitar o problema, achando que o mesmo lhe dará "prêmios na posteridade". 

Esta atitude torna a igreja dos espíritos, que tem Chico Xavier como sua maior liderança e fonte de base dogmática (Allan Kardec só serve para bajulação), uma doutrina da irresponsabilidade. "Espíritas" mostram a sua incompetência ao desistir de meios lógicos e racionais para impedir o suicídio. O caminho da criminalização moralista parece mais fácil para eles.

O que "espíritas" se esquecem, é que ninguém tem pensamentos suicidas sem motivo. Quase todos que encerram as suas vidas estão infelizes com elas. Mas dois casos recentes envolvendo suicídio apareceram para fazer os "espíritas" pensarem mais e eliminarem suas crenças subjetivas e desistir de apontar o dedo aos suicidas, criminalizando-os.

Um é o tal "Jogo da Baleia Azul". Um periódico tido como "espírita" se apressou e tratou de criminalizá-lo de forma histérica, só pelo fato de envolver aquilo que eles condenam subjetivamente. Uma melhor compreensão do que se trata o tal jogo que termina em suicídio, pode ser adquirida após a leitura deste texto.

Muito se fala sobre o tal jogo, mas é importante verificar se casos de suicídio ocorridos entre jovens ultimamente tem mesmo a ver com o jogo. Pesquisas mostram que não. Por outro lado, vivemos em um mundo de incertezas, onde o egoísmo cresce ("espíritas" negligenciam este fato, evitando debates a respeito), as exigências de inclusão na vida social e no mercado de trabalho aumentam e conflitos com outras pessoas, incluindo os próprios pais, se tornam mais frequentes. É uma situação que arrasa a auto-estima de qualquer jovem. Viver em si já se torna não mais um desafio, mas uma tortura.

Suicídio estimulado por superdosagem de remédio

Outro caso a observar e ainda mais bizarro é a morte de Chris Cornell, líder de bandas de rock como Soundgardem e Audioslave. O cantor americano iniciado no movimento grunge - estranhamente cheio de mártires mortos precocemente - foi encontrado morto recentemente e segundo análise, morreu de suicídio. A associação com o movimento grunge pode favorecer diagnósticos precipitados, mas é melhor conhecer a estória primeiro.

Cornell, por viver num mundo social onde o consumo de drogas é regra - não é só roqueiros, gigantesca maioria de ricos e famosos, incluindo "responsáveis" donos de empresas, consomem algum tipo de droga - era também um drogado. Testemunha de mortes causadas pelo consumo, Cornell decidiu abandonar as drogas. Para se tranquilizar durante a abstinência, tinha que tomar um remédio contra a ansiedade. Aí é que está o problema.

Para conter os efeitos da abstinência, Cornell teve que tomar Ativan (no Brasil, há um remédio similar, Lorazepam). Cornell estava com a vida controlada e suportando bem a abstinência. Um dia, segundo a sua esposa, chegou em casa com a fala arrastada e com repentino desejo de se matar. Detalhe: Cornell estava na melhor fase de sua vida, com sucesso na carreira e na vida pessoal, com casamento estável e cada vez mais próximo dos filhos.

Há suspeitas de superdosagem - provavelmente o cantor, por falta de atenção ter tomado mais de um em curto período ou alguém, interessado e prejudicar o cantor pode ter colocado uma quantidade maior pode ter armado para isso - pois segundo a esposa, algo confirmado por mim ao ler a bula de Lorazepam - a fala arrastada e os desejos de suicídio sã efeitos colaterais do remédio.

Ou seja, o suicídio de Cornell não foi intencional, o que pode colocar os "espíritas" acusadores em situação constrangedora. Acusar os outros nunca é bom e "espíritas" que da boca para fora condenam o pré-julgamento, vivem acusando os outros sem verificar as circunstâncias.

Se suicidas intencionais merecem o respeito e a compreensão de suas mágoas, imagine o caso de Cornell, que não se matou porque quis realmente, mas por efeito de um remédio perigoso que deve ser consumido com a maior atenção por ser capaz de alterar as intenções de vida de uma pessoa. 

Há muitas coisas novas que os "espíritas" precisam aprender na realidade que se apresenta diante deles.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Seita dos fujões

O mundo está em crise. Polarização política gerando ódio. Empresários gananciosos expandindo seus tentáculos. Mídia corporativa divulgando mentiras em seus noticiários. Um mundo cada vez pior, injusto e em conflito. Qual a solução proposta pelos "espíritas" para isso? Orar, cantar e pedir paz. 

Ora, uma doutrina que vive alardeando a todos os cantos que é racional, que pensa, que utiliza o cérebro e analisa, deveria ter uma solução racional e eficiente para esta fase ruim da humanidade. Em vez disso, apela para pieguice e para medidas inócuas que comprovadamente nada influem na eliminação de qualquer problema.

Isso é mais uma prova de que o "Espiritismo" brasileiro é uma farsa, um meio para verdadeiros incautos e incultos fugirem da realidade e se esconderem em um mundinho ilusório de felicidade virtual que entorpece tanto quanto qualquer tipo de ópio.

É uma irresponsabilidade imensa de lideranças "espíritas" consideradas pelos seguidores como "de evolução máxima" agir com total negligencia diante dos problemas. Uberaba melhorou com Chico Xavier? NÃO! Salvador melhorou com Divaldo Franco? NÃO! O Brasil melhorou com o "Espiritismo" brasileiro? NÂO! 

Aliás, não somente não melhorou como até piorou, visto que o repertório doutrinário dos "espíritas" é cheio de absurdos, contradições e ilusões de todos os tipos. Mesmo que não tenha arrancado dinheiro de seus fiéis - algo que nos desperta dúvida - no mínimo, enganou e engana seus seguidores e despreza qualquer forma racional de solução dos problemas cotidianos.

Allan Kardec foi jogado definitivamente na lixeira. O igrejismo tosco de Chico Xavier tomou as rédeas e lava a doutrina para o despenhadeiro. Sua incapacidade de encarar os problemas com seriedade tem comprovado a incompetência do "Espiritismo" brasileiro, corrupto já desde o seu surgimento, no Segundo Império.

Há muita gente sendo enganada. A "doutrina da razão e da caridade" está cada vez menos racional e caridosa. perde muito quem ainda apela para os "espíritas" na tentativa de melhorar a humanidade.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Com apoio à greve geral e a ideais progressistas, Catolicismo ultrapassa "Espiritismo" como religião mais avançada da atualidade

O "Espiritismo" brasileiro fala em humildade mas sempre foi uma religião arrogante. Se acha progressista, guiada pelos espíritos "mais evoluídos" e cismou que no futuro todos serão devotos dela. Fala em ciência, racionalidade, mas defende dogmas sem pé nem cabeça e prioriza religiosidade com a mais viscosa das manifestações de pieguice. "Espíritas" se acham os mais avançados do mundo, embora nunca parem de provar que estão muito aquém do que seria considerado progressivo.

Mas como aquela lebre metida que se acha vencedora só porque é lebre, o "Espiritismo" acaba de ser ultrapassado por outra religião na função de ser a religião mais avançada e adaptada aos tempos modernos. E pasmem: justamente por aquela que era considerada a mais atrasada pelos que não a conhecem: a Igreja Católica. Como na estória da lebre metida, a tartaruga católica soube muito bem se adaptar aos novos tempos e surpreende com um progressismo além do admirável.

Talvez isso tenha a ver com a liderança de um papa com mentalidade progressista, Francisco I, um argentino humanista que, embora de formação jesuíta, tem levado a sério progressismo social recomendado por Jesus e se tornando o primeiro papa ativista social da história da igreja.

A CNBB, a confederação brasileira que lidera a Igreja Católica, declarou apoio irrestrito não somente à greve geral ocorrida no último dia 28/04 como também vem manifestando sua adesão a movimentos sociais que voltaram a ganhar força após o golpe de 2016, que se prepara para eliminar os direitos dos brasileiros mais humildes e também vender nossas maiores riquezas a corporações estrangeiras. Quem é a favor da caridade na pode ser contra movimentos sociais.

O "Espiritismo" brasileiro se mantém calado diante dos retrocessos que ocorre no país. Discretamente não só apoiou o golpe como os movimentos organizados por entidades fascistas, classificados como "comprovação da regeneração da humanidade" (??!!) e alegou que a corrupção acabou após o golpe (?????!!!!!!). Coerente com a posição do falecido (sim, falecido) Chico Xavier, que apoiou a ditadura na pior fase, abençoou políticos corruptos e condenou os movimentos sociais.

Isso tudo somado ao fato de que as lideranças "espíritas" abraçaram de vez a medieval Teologia do Sofrimento, ideologia sadomasoquista que os católicos descartaram definitivamente e que os devotos de Chico Xavier resgataram com ânimo, para justificar a sua incapacidade de resolver problemas de forma racional. Racional? Avançado" Altruísta? Pelo jeito o que as lideranças "espíritas sabem mais fazer é mentir.

Enquanto o "Espiritismo" se isola em centros "espíritas" construindo uma realidade paralela onde sofrer é bom e Temer lidera uma equipe de notáveis competentes e incorruptíveis, o Catolicismo faz as pazes com a realidade e retoma a missão verdadeira sugerida por Jesus Cristo há 2000 anos: a de melhorar a sociedade como um todo, sem distinção de classes e perdoando aos que erram, dando oportunidade de acerto através da educação do caráter.

Se o "Espiritismo" se manter no seu direitismo não-assumido - muito mais de acordo com as maluquices de pentecostais como Silas Malafaia e seu pupilo, o fascista enrustido Jair Bolsonaro - vai se isolar ainda mais, pois está mais do que na cara que tudo que se fala sobre a doutrina brasileira (evidentemente rompida com a doutrina original francesa) não passa de pura mentira doutrinária. Os "espíritas" caminham para trás. Talvez para recuperar reencarnações em tempos sombrios de um passado remoto.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Alucinado, conservador e decadente, "espíritas" apelam para preservar falsa doutrina

Esta seita estranha que os brasileiros conhecem como "Espiritismo" e que nada tem a ver com a doutrina original codificada na França, está cada vez mais cheia de ilusões, contradições e teses delirantes. Somado a isso, o fracasso da tese da "Nova Era/Terceiro Milênio" e da adesão irresponsável à medieval Teologia do Sofrimento.

Com isso, muitos fiéis acabam se afastando e muitos centros "espíritas" fechando as suas portas. Periódicos dedicados a seita, que eram semanais, se tornaram mensais. Temendo o fim da doutrina que os incautos pensavam ser a "religião oficial de toda a humanidade", lideranças começaram a arregaçar as mangas.

Obviamente os "espíritas" não vão descartar as suas ilusões e retomar a doutrina original. Além da doutrina original ser meio complicada para o entendimento geral, a versão deturpada é atraente graças a sua pieguice e a dogmas que seduzem pela sua puerilidade. Afinal dogmas delirantes atraem incautos e incultos e rendem muito dinheiro. Que não vai para a caridade, contrariando o que muitos pensam. Afinal sopinhas aguadas não costumam custar muito dinheiro.

O que será feito é tentar aproveitar da ingenuidade dos "espíritas" e usar a caridade paliativa como atrativo. Atrair leigos simpáticos ao assistencialismo simbolizado na figura carismática do farsante Chico Xavier, método praticado de forma precária por lideranças e instituições ligadas a versão deturpada da doutrina e que em 100 anos se mostrou incompetente na missão de melhorar e transformar a sociedade. Só para se ter uma ideia, "espíritas" se mantém calados diante das atrocidades do governo Temer, que age para revogar a Lei Áurea tão bajulada pelos "espíritas".

Recentemente três atitudes aconteceram na tentativa de recuperar a seita estranha que pensa ser o "espiritismo", mas que doutrinariamente vive em desonesta e constante contradição:

- Numa praça do Rio de Janeiro, um grupo de uma instituição chamada "Grupo Chico Xavier" realizava um ato pseudo-cultural com música (ruim) e evocações como a de que "todos serão 'espíritas'" no futuro, uma tolice que serve de mantra para atrair mais pessoas para enriquecer centros "espíritas" e preservar de pé uma doutrina cheia de dogmas sem pé nem cabeça.

- Um periódico de esquerda publicou matéria - possivelmente paga - exaltando uma juíza que trabalha sob influência da a versão deturpada da doutrina. Curioso um periódico de esquerda, crítico ao governo Temer publicar uma nota sobre "Espiritismo" quando este se assume cada vez mais direitista e calado diante das reformas, num silêncio que subentende concordância.

- Uma peça de temática "espírita", encenado por uma famosa atriz declaradamente seguidora da deturpação, com base em um mero diário sem função didática e cheio de ilusões, após estar em cartaz numa cidade fluminense ainda no ano de 2017, volta dos meses depois para a mesma cidade, na tentativa de "converter" os interessados pela peça, que não vai além da mera pieguice religiosa.

Outras iniciativas poderão aparecer na tentativa desesperada de recuperar a Seita dos Papalvos. caso estas iniciativas de recuperação fracassem, o "Espiritismo" segue na fila da extinção a Igreja Renascer, hoje um trapo abandonado após envolvimento em escândalos financeiros.